A Doença Psicossomática e a Constelação Sistêmica Familiar

A doença tem sido alvo de muita conversa entre população e especialistas. Uma doença muito frequente hoje em dia é o distúrbio de pânico e a depressão. Médicos e psicólogos classificam como doenças psicossomáticas aquelas que tem fundo emocional. E eu, cada vez mais, me convenço de que qualquer doença tem sua origem numa desarrumação emocional que se reflete no corpo. E que ainda tem sua predisposição e surgimento respeitando um código não apenas genético mas, a carga herdada de memórias emocionais.

Uma pessoa dentro de um sistema familiar, inconscientemente e por amor, desenvolve uma empatia com a dor de um membro da família e adoece também, com os mesmos sintomas desejando diminuir a dor daquele que sofre ou sofreu. Seria mais ou menos o seguinte: a doença que aparece em uma pessoa tem uma origem nas memórias que essa pessoa trás no seu DNA em forma de energia armazenada de alguém que viveu antes, teve uma experiência dolorosa, onde tudo em sua volta entrou em desequilíbrio e ficou sem solução. Uma geração futura vai reproduzir a mesma doença para colocar em ordem o sistema ao qual todos pertencem. Exemplo seria essa pessoa que veio antes ter sido abandonada à própria sorte, afastada da família por ter feito algo que não era aceito, e, por desgosto, adoece. O sistema familiar, através da nova geração vai ter um membro que se comporta igual a quem sofreu no passado. Essa teoria se baseia no conceito de campo morfo genético e explica porque uma pessoa ou um grupo pode apresentar sintomas de uma doença sem aparente explicação.

Imagine que coisa maravilhosa quando uma pessoa pode livrar seus descendentes do destino de desenvolver determinada doença como câncer, asma, diabetes, depressão, a partir da consciência de como essa doença foi herdada, olhando para a memória emocional de dor e sofrimento e remover com a arrumação da história familiar, dos segredos e conflitos vividos com medo e culpa. Depois de vivenciada a experiência de solução só restar gratidão e aceitação do todo ocorrido sem julgamento.

Essa liberação terapêutica só é possível porque somos seres munidos não só de realidade física e mente pensante, mas seres de emoções que fluem em forma de vibração energética. E sintonizados com essa liberação de energia podemos desbloquear o que atrapalhava ter saúde plena. Toda doença está tentando equilibrar algo dentro de um sistema.

São muitas as técnicas terapêuticas que se propõem ir na raiz da doença e seu processo. E a Constelação, entre elas, percebeu que exclusão, desequilíbrio entre dar e receber e a hierarquia nas famílias, geram doenças em seus membros que por amor se sacrificam e para se sentirem iguais ao grupo vão até adoecer. Mas é possível pertencer e amar sem repetir um legado de dor e na vivência da constelação eliminar o sentimento de culpa carregado por fazer algo diferente do grupo familiar ou se sentir impotente por não ter podido salvar um ente querido diante da morte, por exemplo. Somos seres sistêmicos envolvidos em energia e vibração de energia dos sentimentos e emoções vividos por nós e por quem veio antes de nós. E refletidos em um corpo físico, estamos todos interligados. Imagine quando tomarmos consciência do que somos nessa vida, ocupando o nosso lugar e não mais de ninguém ausente, com respeito, aceitação e liberação do que foi vivido antes de nós, trouxer novas possibilidades. A completude ou felicidade para alguns, passará, de fato, a existir!

Shirley Freitas do Carmo

É Psicóloga, Trainner em Programação Neurolinguística (Pnl), Consteladora Sistêmica e Thetahealing. Atendimento presencial ou a distância. shirleyconstela@hotmail.com – 81 99555.1309

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