A sua vida está difícil. E você com isso?

Eita como está difícil! – Essa frase soa familiar para você? Será que você tem dito isso mais vezes do que gostaria? E junto com ela, quem você tem culpado por tudo estar assim tão difícil? Sempre existe alguém ou alguma situação que torna sua vida assim?

Pode ser que você ache que não, e entenda que é você mesmo que torna sua vida difícil. Às vezes você já se pegou reconhecendo que você poderia ver as coisas de forma mais leve.

Um dia você até procurou um psicólogo para lhe ajudar, mas quando ouviu dele as seguintes perguntas: “Você já pensou como seria fazer isso diferente?” ou “Como seria sair dessa situação?” Você pensou que o psicólogo (ou psicóloga) não estava compreendendo que não é assim tão simples, e então nem foi mais para a terapia.

Onde já se viu, ouvir do profissional, que você precisa pagar o preço de sair da zona de conforto em que se encontra, mesmo que seja incômoda, ruim ou muito difícil? “E por que eles não mudam? Tem que ser eu?”

A maioria de nós, hoje, tem acesso a muitos processos de terapias: psicoterapia, psicanálise, terapia comportamental, e as terapias integrativas, como constelação sistêmica, reiki, floral, Thetahealing, Barras de Access Conciousness, ventosa, acupuntura, hipnose… E apesar de uma gama cada vez maior de recursos, nada muda de forma efetiva.

No entanto, qualquer processo de intervenção corpo/mente só traz resultado quando há expansão da consciência e quando se assume a responsabilidade sobre a mudança para a melhoria tão desejada. É preciso comprometimento daquele que diz querer deixar de ter uma vida tão difícil.

Sair de um padrão de pensamento e comportamento requer, inclusive, o reconhecimento e a humildade de aceitar que a solução começa dentro de você.

Um passo pode ser dado, mas esse passo pode ser interpretado por você mesmo como algo extremamente injusto, pois se você acredita que é a vítima do que lhe aconteceu, ou acontece, pode estar havendo um ganho secundário, consciente ou inconsciente, em manter a situação como está.

No mínimo você poderá continuar culpando o outro, a outra, os outros ou a própria situação.

O incômodo com algo é o sinal para uma mudança de atitude, e enquanto você ainda reclama, sem sair da sua zona de conforto, nada fica diferente e tudo se repete.

Fazer algo a respeito, diferente, incômodo, desconfortável, cabreiro, muitas vezes traz sentimento de vergonha, humilhação e tristeza. Mas muda o ponto de vista. E vendo, ouvindo e sentindo de outra forma é possível aprender algo sobre aquela experiência. E como consequência disso, levar uma vida mais leve, livre, e porque não dizer, mais feliz.

Essa felicidade consiste em aceitar as situações e as pessoas como são, e assim, se aceitar também.

Frequentemente, os conflitos familiares ocorrem e se mantém por causa da não compreensão consciente de que você é capaz de mudar o seu ponto de vista, e amar seus pais e parentes, ex-marido, ex-mulher, agora de uma forma tranquila. Pagar esse preço é mais fácil do que você pode imaginar! Pense nisso!

Shirley Freitas do Carmo

Psicóloga, Trainner em Programação Neurolinguística (Pnl), Consteladora Sistêmica e Thetahealing. shirleyconstela@hotmail.com 81 99555.1309

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