Tudo em que você acredita tem pouco ou nada de exclusivamente seu

Olá, como começou o ano para você? Ou na sua representação o ano só começa depois do carnaval? Então, quais coisas você acredita serem necessárias para sua vida, esse ano, que são de sua inteira responsabilidade e quais dependem de algum fator externo, tipo decreto do governo, regras da empresa, fatores ligados ao tempo, orientações do oróscopo ou da quantidade de vagas, ou mesmo da sorte?

Estudos comprovam que, no que acreditamos faz toda diferença na tomada de decisões diárias. Herry Ford disse uma vez “se você pensa que pode ou pensa que não pode, das duas formas você está certa, suas crenças determinam suas possibilidades”. Isso ocorre porque o cérebro é completamente obediente como um computador a serviço do usuário. Durante quase 20 anos, da minha vida, eu acreditei que ter ressonância com o sofrimento me levaria mais perto de Deus, fosse esse sofrimento meu ou de outra pessoa. O sofrimento, indiscutivelmente, ensina e torna as pessoas mais solidárias. Acontece que quando há uma escolha, consciente ou inconsciente, pelo sofrimento, em percentual maior que pelas coisas prazerosas da vida, é possível que haja um desequilíbrio e favoreça doenças como a depressão, problemas cardíacos, dependência químicas entre outras complicações.

As formas como reagimos às variações profissionais, familiares, de relacionamento em geral, seguem um conjunto de crenças no que seja bom, ruim, péssimo, catastrófico e assim por diante. Lidar com as situações de ameaça diária a integridade física, por exemplo, exige inteligência emocional e uma capacidade de resiliência que a maioria de nós não tem.
Hereditariamente falando, somos, aqui no Brasil, filhos de 3 raças (índia, negra e europeia ou branca) e essa ancestralidade já nos deixa remanescentes de uma história de sofrimento e desigualdade, agravada pelo incentivo ao consumo onde vale mais ter do que ser você mesmo. Diante dos muitos emaranhados que vivemos hoje em dia, onde os problemas relativos a conflitos internos, fruto de uma infância difícil e mais tarde na relação com um meio ambiente competitivo, leva-nos a necessitar de um olhar para o sistema como um todo.

A Constelação Familiar Sistêmica é uma terapia que olha para o sistema de vida da pessoa em suas peculiaridades presentes e também vindas das vivências dos que a antecederam. Pois, muitas das crenças sobre si mesma e sobre como lidar com o mundo está interligado. Assim como cada planeta, satélite gira em torno do sol, e qualquer alteração interfere nos fenômenos ocorridos, assim mesmo ocorre na vida de cada um de nós. A cura e prevenção de desequilíbrios físicos/emocionais em resposta às situações obedecem uma ordem, que tem a ver com pertencimento, hierarquia, exclusão e inclusão, dar e receber e assim, liberando tais emaranhados sistêmicos pode-se viver com qualidade, sem culpas ou repetições de padrões que já não servem. Um salto quântico na realidade de que o sofrimento pertence ao sistema em que você está inserido e, portanto, tem chance de se tornar algo completamente opcional.

Shirley Freitas do Carmo É Psicóloga, Trainner em Programação Neurolinguística (Pnl), Consteladora Sistêmica e Thetahealing.
Atendimento presencial ou a distância.
shirleyconstela@hotmail.com
81 99555.1309

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